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Por que Treinar Transições?

Foto do escritor: Bardi ValdirBardi Valdir

Antes de falarmos das questões transitivas, gostaria de começar explanando o tópico do treino. Para definir o tópico precisamos ter consciência da nossa posição como treinador de goleiros, como um facilitador de processos, e todos os sentidos, logo, quando temos a nossa reunião de definição dos tópicos diários do treino, o trabalho do treinador de goleiros é dar coerência aquilo que pede o trabalho final do treinador.


Nesse treino que aqui estamos divulgando, o trabalho principal do treinador era um jogo chamado "Alemão", que envolvia, muita transição, tanto defensiva quanto ofensiva, para as questões ofensiva, o goleiro tem o mesmo destaque do jogo, não leram errado, entende-se destaque porque no modelo do treinador, o mesmo precisa saber lidar bem com a notoriedade que o jogo lhe dá. Com menos da metade do campo, o goleiro da a superioridade numérica, precisando ter boa leitura de jogo, qualidade de passes e ambidestria para dar fluidez necessária.

Não acontecendo como esperado, por méritos do adversário, ou falha própria, a transição aparece, precisando defender, como no jogo, espaços e o nosso gol, com aquilo que o goleiro tem por natureza.


O momento pós, perda, quando o goleiro erra um passe, ou algum companheiro, mudando o momento de jogo, necessita de comportamento treinados, e aqui temos bastante disso, como pressionar para tentar ter a bola novamente, incumbindo o goleiro a ter leitura de jogo, entendendo onde está, tendo com a leitura discernimento para segurar no espaço para defendê-lo ou reposicionar-se, perguntas que só o treino/jogo podem dar, e aqui criamos ambiente para que o atleta tenha autonomia nas suas decisões.


Dessa maneira, focamos e divulgamos assim esse treino, criando aquele cenário mesmo de maneira relativa, tentando dar alguma referência, sabendo que o completo(cereja do bolo), é o trabalho integrado.

Exploramos nessa sessão de maneira relativa ao jogo:

Comunicação: verbal e gestual.

Processo de escaneamento.

Ambidestria.

Tomada de decisão.

Defesa de espaços.

Defesa da baliza.

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Pensando em melhorias, poderíamos no momento de transição, em vez de deixar todos contra o goleiro, colocar um goleiro como defesa, e 2 atacando, para estimular ainda mais a interação/comunicação do goleiro com defesa.


No final, entender as funções que nossos goleiros exercerão, nos treinos e jogos, servem como um guia direto na criação dos treinos, entendendo que o jogo é do goleiro e dos jogadores e nós somos os facilitadores desse processo...


Valdir Bardi Treinador de goleiros. Licenças:

Atfa(Argentina) Treinador de goleiros"B".

AFC(Asia Football confederation) Treinador de goleiros "C", "B"

Treinador nível: "C".

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