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FILHO DE MINISTRO, GOLEIRO ADIOU SONHO DE SER DIPLOMATA PELO FUTEBOL

Herói da classificação da Croácia para as quartas de final da Copa do Mundo e próximo adversário do Brasil no Qatar-2022, o goleiro Dominik Livakovic está concretizando nos gramados do Oriente Médio o seu sonho: defender o nome e representar os interesses do seu país no exterior.


Antes de deixar os estudos de lado para se dedicar exclusivamente à carreira no futebol, o arqueiro de 27 anos chegou a começar uma faculdade de relações internacionais. Seu objetivo de ser tornar diplomata precisou ser adiado para depois do encerramento da carreira.


"Hoje, a minha família comemora que eu troquei os livros pela bola, mas planejo cursar a faculdade um dia", disse o jogador, que era reserva na equipe vice-campeã mundial em 2018 e assumiu a titularidade depois da aposentadoria da seleção de Danijel Subasic.


O goleiro, que defendeu três cobranças na disputa de pênaltis contra o Japão, na segunda-feira, não tem uma origem humilde. Muito pelo contrário, é filho de uma influente família acostumada a frequentar os ambientes de poder da Croácia.


Seu avô paterno foi um importante médico nos tempos em que o país ainda havia parte da antiga Iugoslávia. Já seu pai, um engenheiro de formação, ocupou o cargo de ministro da Infraestrutura já na nação independente.


A paixão pelo esporte também é uma herança familiar. Seu avô era sócio de um clube de basquete em Zadar, cidade natal de Livakovic. Até mergulhar de vez no futebol, o goleiro do Dínamo Zagreb, que possui 1,87 m de altura, também se arriscou em treinar fazendo bandejas e arremessando bolas na cesta.


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